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Saúde na maturidade 

 
Para garantir qualidade de vida na maturidade é preciso investir em hábitos saudáveis desde a infância

A osteoporose em números
• Hoje, a osteoporose atinge cerca de 10 milhões de brasileiros, a maior parte acima dos 65 anos de idade
• 100% dos casos de fraturas nessa parcela da população têm como causa a osteoporose
• Cerca de 90% das fraturas em idosos ocorrem no próprio domicílio
• A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que crianças de 1 a 10 anos devem ingerir cerca de 1 g de cálcio ao dia; dos 11 aos 18 anos, fase crítica de ganho de massa óssea, cerca de 1.200 mg; e adultos, 800 mg. Grávidas, mulheres que estão amamentando e idosos devem ingerir 1.200 mg.
Fonte: Ministério da Saúde/ OMS
Com o aumento significativo da população idosa em todo o mundo, a oferta de produtos e serviços para essa parcela da população também se amplia proporcionalmente. No entanto, para desfrutar dessas oportunidades e aproveitar plenamente a maturidade é preciso preservar desde a juventude hábitos saudáveis, que proporcionem bem-estar em todas as fases da vida.

A osteoporose é uma condição que reflete bem esse caso. Caracterizada pela descalcificação progressiva dos ossos, que se tornam frágeis, a osteoporose acomete pessoas idosas, sobretudo as que ao longo da vida foram sedentárias, ingeriram quantidade insuficiente de cálcio e têm histórico familiar da doença. Fatores como menopausa, diabetes ou outras doenças crônicas, falta de exposição à luz solar, deficiência de vitamina D (nutriente essencial para absorção de fósforo e cálcio pelo organismo), tabagismo e ingestão abusiva de álcool, também contribuem com o desenvolvimento da doença.

Quais são os principais sintomas e consequências dessa condição?
Por ser uma condição que se desenvolve de forma silenciosa, ou seja, avança sem apresentar sintomas, é fundamental reforçar, desde a infância, a importância sobre os hábitos e atitudes que contribuem com a saúde e a qualidade de vida como um todo, especialmente uma alimentação balanceada e a prática de atividade física rotineira. Até porque, em seu estágio mais avançado, a perda da densidade óssea causada pela osteoporose pode resultar em fraturas que podem comprometer a qualidade de vida do idoso.

Hoje, a osteoporose atinge cerca de 10 milhões de brasileiros, a maior parte acima dos 65 anos de idade. E segundo dados do Ministério da Saúde, é possível afirmar que aproximadamente 100% dos casos de fraturas nessa parcela da população têm como causa a osteoporose. As mulheres na menopausa merecem especial atenção, pois a queda dos níveis do hormônio estrógeno predispõe a um aumento mais intenso da perda de densidade óssea.

Como tratar a osteoporose?
Atualmente existem medicamentos capazes de conter a perda de densidade óssea e diminuir o risco de fraturas. Além disso, o diagnóstico precoce, a mudança de hábitos de vida e o controle de outras doenças que provocam perda óssea, são fatores importantes na evolução da osteoporose.

Nos indivíduos com osteoporose já estabelecida, um cuidado fundamental é a readequação dos espaços e mudança de algumas atitudes. Evitar pisos e tapetes escorregadios, não andar pela casa no escuro, descer escadas sempre apoiado no corrimão, usar sapatos adequados, ter apoios no chuveiro e utilizar bengala ou andador, quando necessário, são práticas simples que ajudam a amenizar os riscos de quedas e eventuais fraturas, que são a conseqüência mais grave da osteoporose.
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Este material foi elaborado pelo Lego Medicina Diagnóstica, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.
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